{"id":2024,"date":"2017-02-13T10:05:13","date_gmt":"2017-02-13T12:05:13","guid":{"rendered":"http:\/\/metrologia.org.br\/wpsite\/?p=2024"},"modified":"2017-02-13T10:05:13","modified_gmt":"2017-02-13T12:05:13","slug":"a-calibracao-de-maquinas-de-ensaio-de-tracaocompressao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/metrologia.org.br\/wpsite\/a-calibracao-de-maquinas-de-ensaio-de-tracaocompressao\/","title":{"rendered":"A calibra\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas de ensaio de tra\u00e7\u00e3o\/compress\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>Da Reda\u00e7\u00e3o<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A <strong><a href=\"https:\/\/www.target.com.br\/produtos\/normas-tecnicas\/44196\/nbriso7500-1-materiais-metalicos-calibracao-e-verificacao-de-maquinas-de-ensaio-estatico-uniaxial-parte-1-maquinas-de-ensaio-de-tracao-compressao-calibracao-e-verificacao-do-sistema-de-medicao-da-for\">NBR ISO 7500-1 de 12\/2016 &#8211; Materiais met\u00e1licos &#8211; Calibra\u00e7\u00e3o e verifica\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas de ensaio est\u00e1tico uniaxial &#8211; Parte 1: M\u00e1quinas de ensaio de tra\u00e7\u00e3o\/compress\u00e3o &#8211; Calibra\u00e7\u00e3o e verifica\u00e7\u00e3o do sistema de medi\u00e7\u00e3o da for\u00e7a<\/a><\/strong> especifica a calibra\u00e7\u00e3o e a verifica\u00e7\u00e3o das m\u00e1quinas de ensaio \u00e0 tra\u00e7\u00e3o\/compress\u00e3o. A verifica\u00e7\u00e3o consiste em: uma inspe\u00e7\u00e3o geral da m\u00e1quina de ensaio, incluindo seus acess\u00f3rios para a aplica\u00e7\u00e3o de for\u00e7a; uma calibra\u00e7\u00e3o do sistema de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a da m\u00e1quina de ensaio; uma confirma\u00e7\u00e3o de que as caracter\u00edsticas de desempenho da m\u00e1quina de ensaio alcan\u00e7am os limites dados para uma classe especificada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta Parte da NBR ISO 7500 trata da calibra\u00e7\u00e3o e da verifica\u00e7\u00e3o est\u00e1tica de sistemas de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a. Os valores de calibra\u00e7\u00e3o obtidos n\u00e3o s\u00e3o necessariamente v\u00e1lidos para ensaios em alta velocidade ou para aplica\u00e7\u00e3o em ensaios din\u00e2micos. Informa\u00e7\u00f5es adicionais relativas aos efeitos din\u00e2micos s\u00e3o dadas na Bibliografia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Acesse algumas perguntas relacionadas a essa norma GRATUITAMENTE no <a href=\"https:\/\/www.target.com.br\/produtos\/genius-respostas-diretas\">Target Genius Respostas Diretas<\/a>:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"https:\/\/www.target.com.br\/produtos\/genius\/4873\/conforme-nbriso7500-1-de-12-2016-como-e-um-diagrama-esquematico-para-a-determinacao-da-reversibilidade\">Como \u00e9 um diagrama esquem\u00e1tico para a determina\u00e7\u00e3o da reversibilidade?<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"https:\/\/www.target.com.br\/produtos\/genius\/4874\/conforme-nbriso7500-1-de-12-2016-quais-os-valores-caracteristicos-do-sistema-de-medicao-de-forca\">Quais os valores caracter\u00edsticos do sistema de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a?<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"https:\/\/www.target.com.br\/produtos\/genius\/4875\/conforme-nbriso7500-1-de-12-2016-como-deve-ser-feita-a-inspecao-geral-da-maquina-de-ensaio\">Como deve ser feita a inspe\u00e7\u00e3o geral da m\u00e1quina de ensaio?<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"https:\/\/www.target.com.br\/produtos\/genius\/4876\/conforme-nbriso7500-1-de-12-2016-como-deve-ser-feita-a-estimativa-do-erro-medio-relativo\">Como deve ser feita a estimativa do erro m\u00e9dio relativo?<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A calibra\u00e7\u00e3o da m\u00e1quina de ensaio somente deve ser realizada se a m\u00e1quina estiver em boas condi\u00e7\u00f5es de funcionamento. Portanto, uma inspe\u00e7\u00e3o geral da m\u00e1quina deve ser realizada antes da calibra\u00e7\u00e3o do sistema de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a da m\u00e1quina (ver Anexo A). Boas pr\u00e1ticas metrol\u00f3gicas requerem uma calibra\u00e7\u00e3o anterior a qualquer manuten\u00e7\u00e3o ou ajuste da m\u00e1quina de ensaio para determinar as condi\u00e7\u00f5es de uso da m\u00e1quina, tal como encontrada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00e3o sobre a inspe\u00e7\u00e3o das bases de apoio \u00e9 fornecida no Anexo B. A incerteza dos resultados de calibra\u00e7\u00e3o \u00e9 discutida no Anexo C. Essa calibra\u00e7\u00e3o deve ser realizada em cada faixa nominal usada e com todos os indicadores de for\u00e7a empregados. Quaisquer dispositivos e acess\u00f3rios (por exemplo, ponteiro, registrador) que possam afetar o sistema de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a devem, quando empregados, ser verificados de acordo com 6.4.6.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se a m\u00e1quina de ensaio possuir v\u00e1rios sistemas de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a, cada sistema dever\u00e1 ser tratado como uma m\u00e1quina de ensaio em separado. O mesmo procedimento deve ser seguido para as m\u00e1quinas hidr\u00e1ulicas de duplo pist\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A calibra\u00e7\u00e3o deve ser realizada com a utiliza\u00e7\u00e3o de instrumentos de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a, com a seguinte exce\u00e7\u00e3o: se a for\u00e7a a ser calibrada estiver abaixo do limite inferior do instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a de menor capacidade utilizado no procedimento de calibra\u00e7\u00e3o, devem ser empregados pesos calibrados. Quando for necess\u00e1rio mais do que um instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a para calibrar uma faixa nominal, a for\u00e7a m\u00e1xima aplicada ao instrumento de menor capacidade deve ser a mesma que a for\u00e7a m\u00ednima aplicada ao instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a de maior capacidade a ser utilizado em sequ\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando um conjunto de pesos calibrados for utilizado para calibra\u00e7\u00e3o de for\u00e7as, o conjunto deve ser considerado um \u00fanico instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a. A calibra\u00e7\u00e3o pode ser realizada com for\u00e7as de indica\u00e7\u00e3o constantes, Fi, ou a calibra\u00e7\u00e3o pode ser realizada com for\u00e7as de refer\u00eancia constantes, F. A calibra\u00e7\u00e3o pode ser realizada com o emprego de for\u00e7as lentamente crescentes para n\u00edveis de for\u00e7a crescentes ou for\u00e7as lentamente decrescentes para n\u00edveis de for\u00e7a decrescentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A palavra \u201cconstante\u201d significa que o mesmo valor nominal de Fi (ou F) \u00e9 empregado nas tr\u00eas s\u00e9ries de medi\u00e7\u00f5es (ver 6.4.5). Os instrumentos utilizados para a calibra\u00e7\u00e3o devem ter rastreabilidade certificada ao Sistema Internacional de Unidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a deve cumprir os requisitos especificados na norma NBR ISO 376. A classe do instrumento deve ser igual ou melhor do que a classe na qual a m\u00e1quina de ensaio deve ser calibrada. No caso de pesos mortos, o erro relativo da for\u00e7a gerada por estes pesos deve estar no intervalo de \u00b1 0,1 %.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A espessura das marcas de gradua\u00e7\u00e3o da escala deve ser uniforme e a largura do ponteiro deve ser aproximadamente igual \u00e0 largura de uma marca de refer\u00eancia. A resolu\u00e7\u00e3o, r, do indicador deve ser obtida a partir da raz\u00e3o entre a largura do ponteiro e a dist\u00e2ncia entre os centros de duas marcas de gradua\u00e7\u00e3o de escala adjacentes (intervalo da escala), multiplicada pelo valor da for\u00e7a que uma divis\u00e3o de escala representa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As raz\u00f5es recomendadas s\u00e3o 1:2, 1:5 ou 1:10; \u00e9 requerido um espa\u00e7amento de 2,5 mm ou maior para a estimativa de um d\u00e9cimo de uma divis\u00e3o da escala. Se as leituras variarem mais que o valor previamente calculado para a resolu\u00e7\u00e3o (com o instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a descarregado e com o motor e\/ou mecanismo de acionamento e controle ligado para se determinar a soma de todos os ru\u00eddos el\u00e9tricos), a resolu\u00e7\u00e3o, r, deve ser considerada igual \u00e0 metade da varia\u00e7\u00e3o da oscila\u00e7\u00e3o, mais um incremento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isto apenas determina a resolu\u00e7\u00e3o devido ao ru\u00eddo do sistema e n\u00e3o leva em conta os erros de controle, por exemplo, em m\u00e1quinas hidr\u00e1ulicas. Para m\u00e1quinas com varia\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica de faixa nominal, a resolu\u00e7\u00e3o do indicador muda em fun\u00e7\u00e3o da varia\u00e7\u00e3o da resolu\u00e7\u00e3o ou do ganho do sistema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o procedimento de calibra\u00e7\u00e3o, para o alinhamento do instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a, montar os instrumentos de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a \u00e0 tra\u00e7\u00e3o na m\u00e1quina, de modo a minimizar quaisquer efeitos de flex\u00e3o (ver NBR ISO 376). Para o alinhamento de um instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a \u00e0 compress\u00e3o, montar os apoios com calota esf\u00e9rica no instrumento, se a m\u00e1quina n\u00e3o tiver uma cavidade esf\u00e9rica incorporada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para calibra\u00e7\u00e3o \u00e0 tra\u00e7\u00e3o e compress\u00e3o em sistemas de ensaio que n\u00e3o usam apoios de compress\u00e3o para o ensaio, o instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a deve ser conectado \u00e0 m\u00e1quina de ensaios com pinos roscados. Neste caso, o instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a deve ser calibrado de forma similar (isto \u00e9, com pinos roscados) e \u00e9 necess\u00e1ria a rota\u00e7\u00e3o do instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a em um \u00e2ngulo de 120\u00b0 entre cada s\u00e9rie de medi\u00e7\u00f5es durante a calibra\u00e7\u00e3o da m\u00e1quina de ensaios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se a m\u00e1quina tiver duas \u00e1reas de trabalho com um mesmo dispositivo de aplica\u00e7\u00e3o e indica\u00e7\u00e3o de for\u00e7a, uma calibra\u00e7\u00e3o pode ser realizada, por exemplo, em compress\u00e3o na \u00e1rea de trabalho superior igual em tra\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de trabalho de baixo e vice-versa. Recomenda-se que o certificado contenha um coment\u00e1rio adequado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A calibra\u00e7\u00e3o deve ser realizada a uma temperatura ambiente compreendida entre 10 \u00b0C e 35 \u00b0C. A temperatura na qual a calibra\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada deve ser anotada no certificado de calibra\u00e7\u00e3o. Um per\u00edodo de tempo suficiente deve ser fornecido para permitir que o instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a atinja uma temperatura est\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A temperatura do instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a n\u00e3o pode variar em mais do que 2 \u00b0C do in\u00edcio ao fim de cada s\u00e9rie de calibra\u00e7\u00e3o. Se necess\u00e1rio, as corre\u00e7\u00f5es de temperatura devem ser aplicadas \u00e0s leituras (ver ABNT NBR ISO 376). Imediatamente antes do procedimento de calibra\u00e7\u00e3o, o instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a, posicionado na m\u00e1quina, deve ser pr\u00e9-carregado pelo menos tr\u00eas vezes entre zero e a for\u00e7a m\u00e1xima a ser medida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Emprega-se um ou uma combina\u00e7\u00e3o dos seguintes m\u00e9todos: aplica-se uma for\u00e7a nominal, Fi, indicada pelo indicador de for\u00e7a da m\u00e1quina; registra-se a for\u00e7a de refer\u00eancia, F, indicada pelo instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a; aplica-se uma for\u00e7a nominal de refer\u00eancia, F, indicada pelo instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a; registra-se a for\u00e7a, Fi, indicada pelo indicador de for\u00e7a da m\u00e1quina. O termo \u201cnominal\u201d significa que n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio repetir exatamente os valores de for\u00e7a em cada s\u00e9rie de medi\u00e7\u00f5es, no entanto, recomenda-se que esses valores sejam aproximados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a aplica\u00e7\u00e3o de for\u00e7as discretas, devem ser realizadas tr\u00eas s\u00e9ries de medi\u00e7\u00f5es com for\u00e7as crescentes. Para m\u00e1quinas que utilizem n\u00e3o mais que cinco n\u00edveis discretos de for\u00e7a, cada valor do erro relativo n\u00e3o pode exceder os valores indicados na Tabela 2 para a classe especificada. Para m\u00e1quinas que utilizam mais do que cinco n\u00edveis discretos de for\u00e7a, cada s\u00e9rie de medi\u00e7\u00f5es deve incluir pelo menos cinco n\u00edveis de for\u00e7a em intervalos aproximadamente iguais entre 20 % e 100 % do valor m\u00e1ximo da faixa calibrada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se uma calibra\u00e7\u00e3o for conduzida em for\u00e7as inferiores a 20 % do limite superior da faixa, devem ser realizadas medi\u00e7\u00f5es suplementares de for\u00e7a. Cinco ou mais for\u00e7as de calibra\u00e7\u00e3o diferentes devem ser selecionadas para cada s\u00e9rie de for\u00e7as abaixo de 20 % do limite superior da faixa, de modo que a rela\u00e7\u00e3o entre duas for\u00e7as de calibra\u00e7\u00e3o adjacentes seja nominalmente menor ou igual a 2.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por exemplo: aproximadamente 10 %, 7 %, 4 %, 2 %, 1 %, 0,7 %, 0,4 %, 0,2 %, 0,1 % etc., abaixo do limite superior da faixa, incluindo o limite inferior de calibra\u00e7\u00e3o. A s\u00e9rie de for\u00e7as mais baixas pode n\u00e3o ser uma s\u00e9rie completa e, por isso, n\u00e3o necessita de cinco pontos de calibra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O limite inferior do intervalo n\u00e3o pode ser inferior a r multiplicado por: 400 para a classe 0,5; 200 para a classe 1; 100 para a classe 2; 67 para a classe 3. Para m\u00e1quinas de ensaio com indicador de varia\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica da faixa nominal, pelo menos duas for\u00e7as devem ser aplicadas em cada trecho da faixa em que a resolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o muda. O instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a pode ser girado em um \u00e2ngulo de 120\u00b0 antes de cada s\u00e9rie de medi\u00e7\u00f5es, e uma pr\u00e9-carga deve ser realizada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para cada for\u00e7a discreta, deve ser calculado o erro de indica\u00e7\u00e3o relativo e o erro de repetibilidade relativo do sistema de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a da m\u00e1quina de ensaio (ver 6.5). O indicador deve ser ajustado para zero antes de cada s\u00e9rie de medi\u00e7\u00f5es. A leitura do zero deve ser realizada cerca de 30 s ap\u00f3s a for\u00e7a ser completamente removida. No caso de um indicador anal\u00f3gico, deve tamb\u00e9m ser checado se o ponteiro oscila livremente em torno de zero, e, se um indicador digital for utilizado, se qualquer valor abaixo de zero \u00e9 claramente mostrado, por exemplo, por um indicador com sinal negativo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando solicitado, o erro de reversibilidade relativo, v, deve ser determinado por meio da realiza\u00e7\u00e3o de uma calibra\u00e7\u00e3o nos mesmos n\u00edveis discretos de for\u00e7a, primeiro com for\u00e7as crescentes e depois com for\u00e7as decrescentes. Neste caso, a calibra\u00e7\u00e3o deve ser realizada utilizando um instrumento de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a calibrado para for\u00e7as decrescentes, de acordo com a NBR ISO 376. Apenas uma s\u00e9rie de medi\u00e7\u00f5es com n\u00edveis de for\u00e7as decrescentes \u00e9 necess\u00e1ria para determinar o erro de reversibilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Tabela 2 fornece os valores m\u00e1ximos permitidos para os diferentes erros relativos do sistema de medi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a e para a resolu\u00e7\u00e3o relativa do indicador de for\u00e7a, os quais caracterizam a faixa nominal da m\u00e1quina de ensaio de acordo com a classe apropriada. Quando aplic\u00e1vel, a classifica\u00e7\u00e3o de uma m\u00e1quina para todas as faixas, deve ser limitada pela classifica\u00e7\u00e3o obtida na \u201cverifica\u00e7\u00e3o dos acess\u00f3rios\u201d, na \u201cverifica\u00e7\u00e3o dos efeitos das diferentes posi\u00e7\u00f5es do pist\u00e3o\u201d ou no \u201cerro relativo de reversibilidade\u201d. Uma faixa nominal do indicador de for\u00e7a somente deve ser considerada conforme com os requisitos de uma classe se a verifica\u00e7\u00e3o for satisfat\u00f3ria, no m\u00ednimo, entre 20 % e 100 % do valor m\u00e1ximo da faixa calibrada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-size: 8pt;\">Fonte: <a href=\"http:\/\/www.banasqualidade.com.br\/2012\/portal\/conteudo.asp?secao=%C3%9Altimas%20Not%C3%ADcias&amp;codigo=24046\" target=\"_blank\">http:\/\/www.banasqualidade.com.br\/2012\/portal\/conteudo.asp?secao=%C3%9Altimas%20Not%C3%ADcias&amp;codigo=24046<\/a><\/span><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Da Reda\u00e7\u00e3o A NBR ISO 7500-1 de 12\/2016 &#8211; Materiais met\u00e1licos &#8211; Calibra\u00e7\u00e3o e verifica\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas de ensaio est\u00e1tico uniaxial &#8211; Parte 1: M\u00e1quinas de ensaio de tra\u00e7\u00e3o\/compress\u00e3o &#8211; Calibra\u00e7\u00e3o e verifica\u00e7\u00e3o do sistema de medi\u00e7\u00e3o da for\u00e7a especifica a calibra\u00e7\u00e3o e a verifica\u00e7\u00e3o das m\u00e1quinas de ensaio \u00e0 tra\u00e7\u00e3o\/compress\u00e3o. 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